Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008
AS JANEIRAS
Esta tradição,estava presente em todas as regiões rurais do país e cantava-se desde o Ano Novo até à noite de Reis. Infelizmente, está a cair em desuso.
Estas são algumas quadras que mantenho na minha memória (possivelmente já bastante adulteradas pelo tempo).
Aqui vimos, aqui vimos
Aqui vimos, bem sabeis.
Vimos
dar as Boas Festas,E também cantar os Reis.
Levante-se daí senhora,
Desse banquinho de prata.
Venha-nos dar as Janeiras,
Que está um frio que mata.
Levante-se daí senhora,
Desse banco de cortiça
Meta a mão na salgadeira,
Traga de lá uma chouriça.

Não esteja com demoras,
Levante-se do preguiceiro.
Venha-nos dar um salpicão,
Ou presunto do fumeiro.
Se o presunto está teso,
E a faca não quer cortar,
Faça-lhe ferrum-fum-fum,
Nas bordas do alguidar.Se não nos quer dar os reis,
Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008
O AZEVINHO
vinho é um arbusto típico de países mediterrânicos. Na Península Ibérica vive em todos os sistemas montanhosos, sendo mais abundante na sua metade Norte. 
CORO DAS A.E.C.
A professora de Música, Cátia Tuna, que lecciona na nossa escola este ano pela primeira vez, formou um pequeno coro com alguns alunos das Actividades Extracurriculares, sendo a maioria da nossa turma.Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008
FÉRIAS, FINALMENTE!...
As férias chegaram e todos estamos radiantes.Finalmente podemos descansar da agitação frenética que foi esta primeira quinzena de Dezembro. Fizemos tanta coisa!
FESTA DE NATAL

De manhã já tinhamos feito o nosso lanche de confraternização, mas à tarde é que acon
teceu o melhor do dia:
alunos da sede do Agrupamento de Escolas D. Dinis vieram tocar e cantar para nós canções de Natal; a Associação de Pais da nossa escola surpreendeu-nos com um bolo gigante em forma de pinheirinho, com estrela e tudo, terminando com o "Pai Natal" a fazer entrega de um miminho a cada menino da escola.A todos quantos contribuiram para esta festa, que nos encheu de alegria, o nosso muito a
brigado.Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008
VAMOS FAZER UM BONECO DE NEVE?
1 prato de papel pequeno;
1 prato de papel grande;
20 cm de fita de cetim azul;
algodão branco;
3 botões pretos;
2 olhos grandes;
2 limpadores de cachimbo pretos (para os braços)
musgami nas cores: azul forte, branco, preto, vermelho, laranja e preto (podes substituir por cartolina, que fica mais barato).
Agora, observa a gravura e... mãos à obra!
Domingo, 14 de Dezembro de 2008
VAMOS FAZER UM PRESÉPIO?!...
Abre uma página do word. Clica no lado direito do rato e selecciona colar.
Depois de pintares, cola numa cartolina, recorta e monta. Assim, terás um lindo presépio.
Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008
DOCES DE NATAL
Preparação:
Coze-se a aletria em água durante 5 minutos e escorre-se. Em seguida, leva-se o leite ao lume juntamente com casca de limão, açúcar e a aletria e deixa-se cozer. Depois da aletria estar cozida, junta-se a manteiga e, fora do lume, misturam-se as gemas previamente batidas. Leva-se ao lume apenas para que as gemas cozam ligeiramente. Serve-se a aletria polvilhada com canela.
Formigos
Ingredientes:
2 ovos
3 gemas
80 grs de miolo de pinhão
1 cálice grande de vinho do Porto
5 fatias finas de pão de forma
200 grs de açúcar
leite completo
2 colheres de sopa de manteiga
80 grs de cidrão cristalizado
80 grs de miolo de amêndoa pelado e moído
80 grs de passas
Confecção:
Lave o cidrão para perder todo o açúcar e enxugue.Pique-o e ponha a macerar no vinho do Porto durante 30 minutos. Ponha o pão numa taça e embeba-o com o leite e deixe-o amolecer. Bata os ovos e as gemas muito bem com o açúcar. Num tacho largo derreta a manteiga. Junte o pão embebido, os ovos batidos com o açúcar e as amêndoas moídas. Misture tudo bem com um garfo de madeira, sem deixar o doce secar demasiado e sem desfazer os pedaços.Numa taça de louça, espalhe o cidrão picado (que entretanto retirou do vinho do Porto), os pinhões e corintos. Cubra com uma parte do creme. Repita as camadas, até acabar os ingredientes. A última camada deve ser de frutos secos.
Mexidos Ingredie
ntes:
150 grs. de miolo de pão
250 grs. de açúcar
3 dl
2 colheres de sopa de manteiga
1 cálice de vinho do Porto
1 colher de sopa de mel
6 gemas de ovos
2 claras de ovo
30 grs. de passas miúdas
40 grs. de miolo de pinhão
1 pau de canela
casca de 1 limão
50 grs. de cidrão
Confecção:
Leve ao lume uma caçarola com o leite, igual quantidade de água, o mel, a casca de limão e o pau de canela. Deixe ferver durante 3 minutos. Retire a casca de limão e o pau de canela. Adicione o pão, a manteiga e o vinho do Porto e leve ao lume. Mexa constantemente até o doce começar a dourar.Fora do lume, junte as gemas batidas com as claras, as passas, o miolo de pinhão. Não mexa demasiado e leve novamente ao lume (brando), para espessar um pouco.Deite os mexidos numa travessa e decore com canela e algumas passas que reservou.
RabanadasIngr
edientes:
2 pães de cacete
0,5 l de leite
4 ovos inteiros
Óleo para fritar
Açúcar areado e canela para polvilhar na proporção de 4 partes de açúcar para 1 parte de canela em pó
Arranja-se pão com dois dias de antecedencia. Cortam-se as fatias obliquamente, para as tornar mais compridas, e com a espessura de um dedo. Colocam-se num tabuleiro e regam-se com leite frio, de modo a ficarem bem demolhadas. Em seguida, batem-se os ovos. Pega-se nas fatias de pão, que se escorrem um pouco e passam-se bem pelo ovo batido. Põe-se de seguida em óleo bem quente, virando-as para ficarem bem lourinhas de ambos os lados. Depois de fritas, escorrem-se e polvilham-se bem com a mistura de açúcar e canela.

Domingo, 7 de Dezembro de 2008
FERIADO DE 8 DE DEZEMBRO
Sábado, 6 de Dezembro de 2008
Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008
Visita ao Castelo de São Jorge
No topo da colina mais alta, fica o castelo de S. Jorge. O castelo que D. Afonso Henriques e o seu exército conquistaram aos Mouros.
Sabias que foi neste castelo que Vasco da Gama foi recebido por D. Manuel I ao regressar da sua viagem à Índia?
A Carolina Silva foi visitá-lo com os seus pais e trouxe-nos imagens dessa visita para que nós também pudéssemos saber como foi.


As histórias da História
de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre as tropas portuguesas comandadas por D. João I e D. Nuno Álvares Pereira e o exército castelhano comandado por D. Joãode Castela.A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, no centro de Portugal.
O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da crise de 1383/1385 e a consolidação de D. João I como rei de Portugal e o primeiro da Dinastia de Avis.
Na manhã de 15 de Agosto a catástrofe sofrida pelos cast
elhanos ficou bem à vista: os cadáveres eram tantos…Para além de soldados de infantaria, morreram também muitos nobres castelhanos.
Com esta vitória, D. João I tornou-se no rei incontestado de Portugal.
Para celebrar a vitória e em agradecimento do auxílio divino que acreditava ter recebido, o rei mandou erigir o Mosteiro de Santa Maria da Vitória.
Era uma vez, há muito, muito, muito tempo uma senhora chamada Brites de Almeida, que era uma mulher forte e com bom cabedal, que quando havia lutas se metia sempre.Brites foi arranjar trabalho numa padaria e, quando a patroa morreu, ficou a chefiar essa padaria.
Quando houve a batalha de Aljubarrota a Brites foi-se vestir de guerreiro e foi ajudar os portugueses contra os castelhanos. Os espanhóis eram muitos, muitos mais que os portugueses.
D. Nuno Álvares Pereira inventou a táctica do quadrado e os portugueses ganharam.
Entretanto, a Brites chegou à padaria e cheirou-lhe a suor e a espanhóis.
Foi ver no forno e encontrou-os. Brites deu-lhes com a pá do forno e contou-os: eram sete.
Eduardo Varela
Brites de Almeida era uma mulher com os cabelos crespos e muito, muito feia.Brites teve uma educação masculina que se reflectiu ao longo da vida nas profissões que escolheu.
Certo dia, cansada da vida que tinha, aceitou o trabalho de padeira, em Aljubarrota e casou com um honesto lavrador.
A 14 de Agosto de 1385 acordou com os primeiros barulhos da batalha de Aljubarrota e não resistiu. Pegou na primeira arma que encontrou e juntou-se ao exército português para derrotar o invasor castelhano.
Brites chegou a casa satisfeita e cansada, mas cheirou-lhe a suor. Um suor que não era o seu.
Procurou, procurou e não encontrou nada até que foi procurar ao forno e lá estavam castelhanos, que ao todo eram sete.
Tatiana Duarte
A Padeira de Aljubarrota chamava-se Brites de Almeida. Nasceu em Faro e era filha de pais pobres e humildes que tinham uma pequena taberna.Brites de Almeida era uma pessoa alta, forte e não era bonita. Não tinha medo de nada, era uma mulher valente!
Quando os seus pais morreram, tornou-se feirante e andava pelo país fora, de feira em feira.
Ela foi viver para Aljubarrota, casou com um lavrador da zona e abriu uma padaria.
Quando houve a batalha entre portugueses e castelhanos, os portugueses ganharam e houve sete castelhanos que fugiram e se esconderam na padaria da Brites. Ela encontrou-os e matou-os um a um com a sua pá do forno, tornando-se numa heroína.
Pedro Andrade
Era uma vez uma padeira chamada Brites que estava a passar por Aljubarrota quando ouviu dizer que uma padeira andava à procura de ajudante. Então ela foi trabalhar para aquela padaria e ficou naquela terra.Quando a dona da padaria morreu, a Brites ficou a cuidar da padaria.
Um dia, a Brites andava a dar uma volta, muito chateada porque ela era uma mulher forte e estava-lhe a faltar uma guerra.
Nesse preciso momento, estava a decorrer a Batalha de Aljubarrota. Então, a Brites foi vestir a sua armadura e foi para a batalha.
Ela lutou com valentia e, a técnica do quadrado foi de grande ajuda. Os castelhanos derrotados fugiram e esconderam-se onde puderam.
Quando ela regressou à padaria sentiu o cheiro a suor castelhano no ar.
Procurou e, quando abriu a porta do forno, que estava frio, encontrou homens lá dentro. Mandou-os sair e à medida que iam saindo, ela ia-os abatendo com a pá do forno.
Expulsos os invasores, Brites voltou à sua vida normal na padaria da terra.
Carolina Silva
Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008
ILUSÃO DE ÓPTICA
Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008
TRADIÇÕES DE NATAL
O presépio é hoje em dia um dos grandes símbolos, que retrata o nascimento de Jesus.Há quem refira que o presépio provém do séc. III, em que eram feitas peregrinações à gruta onde Jesus nasceu.
Mas a data de 1223 é para muitos o início da tradição de fazer o presépio. São Francisco de Assis seria o seu mentor, pois nesse ano, festejou o Natal na floresta de Greccio (Itália), levando consigo animais como, bois, vacas, burros, de forma a retratar aos seus concidadãos, o que tinha acontecido na noite do nascimento do Menino.
De então para cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalício se difundiu pelo mundo, criando uma ligação fortíssima com a festa do Natal.
A Árvore de Natal:

Já existiam na Roma Antiga, árvores decoradas com pequenas peças de metal, durante a época da Saturnalia, o festival de Inverno em honra de Saturno, o deus da agricultura
Na Idade Média, no dia 24 de Dezembro de cada ano, era costume decorar uma árvore com maças à qual chamavam de «Árvore do Paraíso.
Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma Árvore de Natal devia incluir ornamentos que garantissem a felicidade de um lar:
Casa: protecção
Coelho: esperança
Chávena: hospitalidade
Pássaro: alegria
Rosa: afeição
Cesta com frutos: generosidade
Pinha: fartura
São Nicolau: bondade
Cesta com flores: bons desejos
Coração: amor verdadeiro
O Pai Natal nem sempre teve a aparência que actualmente lhe conhecemos.
As histórias contam que São Nicolau colocava sacos de ouro nas chaminés ou os jogava pela janela das casas. Os presentes de Natal jogados pela janela caíam dentro de meias que estavam penduradas na lareira para secar. Daí provém a tradição de pendurar meias junto à lareira para que o Pai Natal deixe pequenos presentes.
















