ESTEJA ATENTO(A) À CADERNETA DO SEU (SUA) EDUCANDO(A)

Terça-feira, 30 de Dezembro de 2008

REUNIÃO DE PAIS E ENCARREGADOS DE EDUCAÇÃO


No próximo dia 9 de Janeiro (sexta-feira), pelas 17h 30m terá lugar a reunião relativa à avaliação do 1º período.


AS JANEIRAS

Cantar as Janeiras é um costume popular muito antigo.
Esta tradição,estava presente em todas as regiões rurais do país e cantava-se desde o Ano Novo até à noite de Reis. Infelizmente, está a cair em desuso.
Estas são algumas quadras que mantenho na minha memória (possivelmente já bastante adulteradas pelo tempo).

Aqui vimos, aqui vimos
Aqui vimos, bem sabeis.
Vimos dar as Boas Festas,
E também cantar os Reis.

Levante-se daí senhora,
Desse banquinho de prata.
Venha-nos dar as Janeiras,
Que está um frio que mata.

Levante-se daí senhora,
Desse banco de cortiça
Meta a mão na salgadeira,
Traga de lá uma chouriça.

Não esteja com demoras,
Levante-se do preguiceiro.
Venha-nos dar um salpicão,
Ou presunto do fumeiro.

Se o presunto está teso,
E a faca não quer cortar,
Faça-lhe ferrum-fum-fum,
Nas bordas do alguidar.

Se não nos quer dar os reis,
Não nos esteja a demorar.
Somos de muito longe,
Ainda temos muito que andar.

PARABÉNS AOS "DINOS" de Janeiro

recados no orkut

ANO NOVO

recados do orkut

Segunda-feira, 22 de Dezembro de 2008

O AZEVINHO

O azevinho é um arbusto típico de países mediterrânicos. Na Península Ibérica vive em todos os sistemas montanhosos, sendo mais abundante na sua metade Norte.

Os bonitos frutos vermelhos e as suas folhas espinhosas de verde escuro intenso converteram-no em adorno Natalício. Porém, a utilização excessiva dos seus ramos, levou esta espécie ao estado de "perigo de extinção".
Para a proteger foi decretada a proibição da sua recolha nas matas e florestas do nosso país, em Dezembro de 1989 e incentivado o seu cultivo nos jardins, como forma de o preservar.

Os frutos do azevinho, que aparecem apenas nas plantas femininas, são pequenas drupas esféricas de 7 a 10 mm de diâmetro, de um vermelho brilhante, por vezes amarelas, quando maduras, contendo quatro grainhas lenhosas. Amadurecem no fim do Verão, persistindo durante todo o Inverno. Para além da sua importância botânica e paisagística, proporcionam refúgio e alimento a muitas aves e mamíferos.

Talvez não saibas que existem tradições relacionadas com o azevinho, e aqui damos conta de algumas delas.
Segundo a tradição, as raparigas que forem beijadas, por exemplo, sob uma porta decorada com azevinho de Natal irão encontrar o amor da sua vida ou irão manter de forma saudável a relação que já têm. Já um casal será contemplado com o dom da fertilidade.

CORO DAS A.E.C.

A professora de Música, Cátia Tuna, que lecciona na nossa escola este ano pela primeira vez, formou um pequeno coro com alguns alunos das Actividades Extracurriculares, sendo a maioria da nossa turma.
No sábado, dia 20, ao fim da tarde, fomos participar num concerto de Natal, como cantores, no Centro Paroquial da Buraca.
Estavamos muito nervosos, porque era a primeira vez que estavamos nesta situação: a cantar para um público desconhecido.
Aqui vos deixamos " um cheirinho " da nossa actuação. Desculpem-nos se desafinarmos um pouquinho. O nervosismo era mais que muito!
video

Quinta-feira, 18 de Dezembro de 2008

FÉRIAS, FINALMENTE!...

As férias chegaram e todos estamos radiantes.

Finalmente podemos descansar da agitação frenética que foi esta primeira quinzena de Dezembro. Fizemos tanta coisa!
Primeiro, vieram as Fichas de Avaliação, em seguida o concurso de postais, depois os trabalhos manuais, os labirintos, as sopas de letras, os jogos de diferenças, a pintura de gravuras de Natal..., sem nunca abrandar nas tarefas diárias. Ufa!...
No meio da correcção das fichas, da preparação das aulas e construção de materiais, a nossa professora ainda arranjou tempo para fazer uns bonequinhos de neve muito engraçados, com que nos presenteou.
Eram lindos!... E deliciosos!...
À primeira vista, pareciam um fantoche. Mas eram chupas...
Finalmente, vai poder abrandar o ritmo e dedicar-se aos papéis, que como ela diz (quando se zanga connosco):
- Chateiam, dão muito trabalho, mas não fazem barulho!

FESTA DE NATAL









Na tarde do dia 18 estivemos em festa.
De manhã já tinhamos feito o nosso lanche de confraternização, mas à tarde é que aconteceu o melhor do dia: alunos da sede do Agrupamento de Escolas D. Dinis vieram tocar e cantar para nós canções de Natal; a Associação de Pais da nossa escola surpreendeu-nos com um bolo gigante em forma de pinheirinho, com estrela e tudo, terminando com o "Pai Natal" a fazer entrega de um miminho a cada menino da escola.
A todos quantos contribuiram para esta festa, que nos encheu de alegria, o nosso muito abrigado.

Segunda-feira, 15 de Dezembro de 2008

VAMOS FAZER UM BONECO DE NEVE?

Vais precisar de:
1 prato de papel pequeno;
1 prato de papel grande;
20 cm de fita de cetim azul;
algodão branco;
3 botões pretos;
2 olhos grandes;
2 limpadores de cachimbo pretos (para os braços)
musgami nas cores: azul forte, branco, preto, vermelho, laranja e preto (podes substituir por cartolina, que fica mais barato).
Agora, observa a gravura e... mãos à obra!

Domingo, 14 de Dezembro de 2008

VAMOS FAZER UM PRESÉPIO?!...

Coloca o cursor sobre a gravura. Clica no bota do lado direito do rato. Selecciona o item copiar.
Abre uma página do word. Clica no lado direito do rato e selecciona colar.
Cola a imagem, imprime e mãos à obra...
Depois de pintares, cola numa cartolina, recorta e monta. Assim, terás um lindo presépio.


Quinta-feira, 11 de Dezembro de 2008

DOCES DE NATAL

O Natal vai-se aproximando a passos largos.
Nesta época festiva sabe sempre recordar sabores de infância ou, apreciar novos sabores. A minha proposta é aprender a saborear doces simples e tradicionais de "Entre-Douro-e-Minho", onde estão as minhas raízes. Doces simples, de gente simples, cujos saberes, sabores e cheiros conjugados com o calor e o crepitar da lareira acesa bem como a ternura familiar, enchiam de alegria o coração das crianças, num tempo e num lugar em que os presentes eram transportados no coração de cada um.

Aletria (a minha preferida)

Ingredientes
(para 10 pessoas):
100g de aletria
4dl de leite
150g de açúcar
50g de manteiga
3 gemas
casca de limão e canela em pó

Preparação:
Coze-se a aletria em água durante 5 minutos e escorre-se. Em seguida, leva-se o leite ao lume juntamente com casca de limão, açúcar e a aletria e deixa-se cozer. Depois da aletria estar cozida, junta-se a manteiga e, fora do lume, misturam-se as gemas previamente batidas. Leva-se ao lume apenas para que as gemas cozam ligeiramente. Serve-se a aletria polvilhada com canela.

Formigos

Ingredientes:
2 ovos
3 gemas
80 grs de miolo de pinhão
1 cálice grande de vinho do Porto
5 fatias finas de pão de forma
200 grs de açúcar
leite completo
2 colheres de sopa de manteiga
80 grs de cidrão cristalizado
80 grs de miolo de amêndoa pelado e moído
80 grs de passas

Confecção:
Lave o cidrão para perder todo o açúcar e enxugue.Pique-o e ponha a macerar no vinho do Porto durante 30 minutos. Ponha o pão numa taça e embeba-o com o leite e deixe-o amolecer. Bata os ovos e as gemas muito bem com o açúcar. Num tacho largo derreta a manteiga. Junte o pão embebido, os ovos batidos com o açúcar e as amêndoas moídas. Misture tudo bem com um garfo de madeira, sem deixar o doce secar demasiado e sem desfazer os pedaços.Numa taça de louça, espalhe o cidrão picado (que entretanto retirou do vinho do Porto), os pinhões e corintos. Cubra com uma parte do creme. Repita as camadas, até acabar os ingredientes. A última camada deve ser de frutos secos.

Mexidos

Ingredientes:
150 grs. de miolo de pão
250 grs. de açúcar
3 dl
2 colheres de sopa de manteiga
1 cálice de vinho do Porto
1 colher de sopa de mel
6 gemas de ovos
2 claras de ovo
30 grs. de passas miúdas
40 grs. de miolo de pinhão
1 pau de canela
casca de 1 limão
50 grs. de cidrão

Confecção:
Leve ao lume uma caçarola com o leite, igual quantidade de água, o mel, a casca de limão e o pau de canela. Deixe ferver durante 3 minutos. Retire a casca de limão e o pau de canela. Adicione o pão, a manteiga e o vinho do Porto e leve ao lume. Mexa constantemente até o doce começar a dourar.Fora do lume, junte as gemas batidas com as claras, as passas, o miolo de pinhão. Não mexa demasiado e leve novamente ao lume (brando), para espessar um pouco.Deite os mexidos numa travessa e decore com canela e algumas passas que reservou.

Rabanadas

Ingredientes:
2 pães de cacete
0,5 l de leite
4 ovos inteiros
Óleo para fritar
Açúcar areado e canela para polvilhar na proporção de 4 partes de açúcar para 1 parte de canela em pó

Confecção :
Arranja-se pão com dois dias de antecedencia. Cortam-se as fatias obliquamente, para as tornar mais compridas, e com a espessura de um dedo. Colocam-se num tabuleiro e regam-se com leite frio, de modo a ficarem bem demolhadas. Em seguida, batem-se os ovos. Pega-se nas fatias de pão, que se escorrem um pouco e passam-se bem pelo ovo batido. Põe-se de seguida em óleo bem quente, virando-as para ficarem bem lourinhas de ambos os lados. Depois de fritas, escorrem-se e polvilham-se bem com a mistura de açúcar e canela.

Domingo, 7 de Dezembro de 2008

FERIADO DE 8 DE DEZEMBRO

Talvez não saibam, mas antigamente era no dia 8 de Dezembro que se festejava o Dia da Mãe.

Mas falemos de outro assunto ou deste mesmo, se entendermos "mãe" como uma figura protectora.
Juntemos este assunto com o último feriado: o 1º de Dezembro e, embarcando na máquina do tempo, recuemos até ao tempo da Restauração da Independência.


Nas cortes que se celebram em Lisboa, no ano de 1646, declara el-rei D. João IV que toma a Virgem Nossa Senhora da Conceição por padroeira do Reino de Portugal, prometendo-lhe em seu nome, e dos seus sucessores, o tributo anual de 50 cruzados de ouro. Ordena também que os estudantes na Universidade de Coimbra, antes de tomarem algum grau, jurem defender a Imaculada Conceição da Mãe de Deus.
A partir desta data, mais nenhum rei português usou coroa na cabeça, por se considerar que só a Virgem tinha esse direito. Nos quadros onde aparecem reis ou rainhas, a coroa está sempre pousada ao lado, sobre uma mesa, num tamborete ou almofada de cetim.
Mas, como devem saber, não foi D. João IV o primeiro rei português que colocou o reino sob a protecção de Nossa Senhora, apenas tornou permanente uma devoção. Já em 1385 (como estudastes), o Mestre de Avis tinha pedido a sua protecção antes de encetar a Batalha de Aljubarrota.

Sábado, 6 de Dezembro de 2008

VAMOS COLORIR

Que tal,neste fim-de-semana prolongado, aproveitar para pintar gravuras alusivas à quadra de Natal?





Quinta-feira, 4 de Dezembro de 2008

Visita ao Castelo de São Jorge

Lisboa tem sete colinas.
No topo da colina mais alta, fica o castelo de S. Jorge. O castelo que D. Afonso Henriques e o seu exército conquistaram aos Mouros.
Sabias que foi neste castelo que Vasco da Gama foi recebido por D. Manuel I ao regressar da sua viagem à Índia?
A Carolina Silva foi visitá-lo com os seus pais e trouxe-nos imagens dessa visita para que nós também pudéssemos saber como foi.





Vamos entrar no castelo.
Agora, toca a subir!...
Que se verá lá do cimo?!..

Que bela vista do rio Tejo e a Baixa Pombalina!
Olha, a Praça da Figueira!
Se quiseres saber algo mais sobre o castelo de S. Jorge consulta o site http://www.castelosaojorge.egeac.pt/

As histórias da História

Andamos agora a estudar a História de Portugal.
Sabem que na nossa história existem coisas muito engraçadas?!...
A "Padeira de Aljubarrota" é uma delas.
A professora contou-nos como foi a Batalha de Aljubarrota e a história da "Padeira de Aljubarrota" e agora, é a nossa vez de contar...
A Batalha de Aljubarrota:
A batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre as tropas portuguesas comandadas por D. João I e D. Nuno Álvares Pereira e o exército castelhano comandado por D. Joãode Castela.
A batalha deu-se no campo de S. Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, no centro de Portugal.
O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da crise de 1383/1385 e a consolidação de D. João I como rei de Portugal e o primeiro da Dinastia de Avis.
Na manhã de 15 de Agosto a catástrofe sofrida pelos castelhanos ficou bem à vista: os cadáveres eram tantos…
Para além de soldados de infantaria, morreram também muitos nobres castelhanos.
Com esta vitória, D. João I tornou-se no rei incontestado de Portugal.
Para celebrar a vitória e em agradecimento do auxílio divino que acreditava ter recebido, o rei mandou erigir o Mosteiro de Santa Maria da Vitória.
Celso Barbosa
Era uma vez, há muito, muito, muito tempo uma senhora chamada Brites de Almeida, que era uma mulher forte e com bom cabedal, que quando havia lutas se metia sempre.
Brites foi arranjar trabalho numa padaria e, quando a patroa morreu, ficou a chefiar essa padaria.
Quando houve a batalha de Aljubarrota a Brites foi-se vestir de guerreiro e foi ajudar os portugueses contra os castelhanos. Os espanhóis eram muitos, muitos mais que os portugueses.
D. Nuno Álvares Pereira inventou a táctica do quadrado e os portugueses ganharam.
Entretanto, a Brites chegou à padaria e cheirou-lhe a suor e a espanhóis.
Foi ver no forno e encontrou-os. Brites deu-lhes com a pá do forno e contou-os: eram sete.

Eduardo VarelaBrites de Almeida era uma mulher com os cabelos crespos e muito, muito feia.
Brites teve uma educação masculina que se reflectiu ao longo da vida nas profissões que escolheu.
Certo dia, cansada da vida que tinha, aceitou o trabalho de padeira, em Aljubarrota e casou com um honesto lavrador.
A 14 de Agosto de 1385 acordou com os primeiros barulhos da batalha de Aljubarrota e não resistiu. Pegou na primeira arma que encontrou e juntou-se ao exército português para derrotar o invasor castelhano.
Brites chegou a casa satisfeita e cansada, mas cheirou-lhe a suor. Um suor que não era o seu.
Procurou, procurou e não encontrou nada até que foi procurar ao forno e lá estavam castelhanos, que ao todo eram sete.
Brites pegou na sua pá de cozer o pão, mandou-os sair um a um para que lhes pudesse dar com ela, e matá-los.

Tatiana Duarte
A Padeira de Aljubarrota chamava-se Brites de Almeida. Nasceu em Faro e era filha de pais pobres e humildes que tinham uma pequena taberna.
Brites de Almeida era uma pessoa alta, forte e não era bonita. Não tinha medo de nada, era uma mulher valente!
Quando os seus pais morreram, tornou-se feirante e andava pelo país fora, de feira em feira.
Ela foi viver para Aljubarrota, casou com um lavrador da zona e abriu uma padaria.
Quando houve a batalha entre portugueses e castelhanos, os portugueses ganharam e houve sete castelhanos que fugiram e se esconderam na padaria da Brites. Ela encontrou-os e matou-os um a um com a sua pá do forno, tornando-se numa heroína.

Pedro Andrade
Era uma vez uma padeira chamada Brites que estava a passar por Aljubarrota quando ouviu dizer que uma padeira andava à procura de ajudante. Então ela foi trabalhar para aquela padaria e ficou naquela terra.
Quando a dona da padaria morreu, a Brites ficou a cuidar da padaria.
Um dia, a Brites andava a dar uma volta, muito chateada porque ela era uma mulher forte e estava-lhe a faltar uma guerra.
Nesse preciso momento, estava a decorrer a Batalha de Aljubarrota. Então, a Brites foi vestir a sua armadura e foi para a batalha.
Ela lutou com valentia e, a técnica do quadrado foi de grande ajuda. Os castelhanos derrotados fugiram e esconderam-se onde puderam.
Quando ela regressou à padaria sentiu o cheiro a suor castelhano no ar.
Procurou e, quando abriu a porta do forno, que estava frio, encontrou homens lá dentro. Mandou-os sair e à medida que iam saindo, ela ia-os abatendo com a pá do forno.
Expulsos os invasores, Brites voltou à sua vida normal na padaria da terra.

Carolina Silva

Quarta-feira, 3 de Dezembro de 2008

ILUSÃO DE ÓPTICA

Nem tudo é o que parece à primeira vista.

Pode parecer-vos que o desenho que vêem a seguir se relaciona com o Inverno e o tempo gélido que se faz sentir. Será?!...
Olhem com muita atencão! Será apenas uma árvore velha e sem folhas?

Quantos rostos foste capaz de descobrir?

Segunda-feira, 1 de Dezembro de 2008

TRADIÇÕES DE NATAL

Mais uma vez o Natal se aproxima.

Natal significa o nascimento de Deus Menino, segundo a história cristã.

Nesta quadra festiva, três símbolos se destacam, quer pela sua beleza, quer pelo seu significado.

O presépio é hoje em dia um dos grandes símbolos, que retrata o nascimento de Jesus.
Há quem refira que o presépio provém do séc. III, em que eram feitas peregrinações à gruta onde Jesus nasceu.
Mas a data de 1223 é para muitos o início da tradição de fazer o presépio. São Francisco de Assis seria o seu mentor, pois nesse ano, festejou o Natal na floresta de Greccio (Itália), levando consigo animais como, bois, vacas, burros, de forma a retratar aos seus concidadãos, o que tinha acontecido na noite do nascimento do Menino.
De então para cá, não há dúvidas que a tradição do presépio natalício se difundiu pelo mundo, criando uma ligação fortíssima com a festa do Natal.

A Árvore de Natal:

Já existiam na Roma Antiga, árvores decoradas com pequenas peças de metal, durante a época da Saturnalia, o festival de Inverno em honra de Saturno, o deus da agricultura
Na Idade Média, no dia 24 de Dezembro de cada ano, era costume decorar uma árvore com maças à qual chamavam de «Árvore do Paraíso.
Segundo uma antiga tradição alemã, a decoração de uma Árvore de Natal devia incluir ornamentos que garantissem a felicidade de um lar:

  • Casa: protecção
    Coelho: esperança
    Chávena: hospitalidade
    Pássaro: alegria
    Rosa: afeição
    Cesta com frutos: generosidade
    Pinha: fartura
    São Nicolau: bondade
    Cesta com flores: bons desejos
    Coração: amor verdadeiro

O Pai Natal nem sempre teve a aparência que actualmente lhe conhecemos.
No início da história do Natal cristão, quem distribuía presentes durante as festividades natalícias era uma pessoa real: São Nicolau. Ele viveu num lugar chamado Myra, hoje Turquia, há aproximadamente 300 anos A.C.
As histórias contam que São Nicolau colocava sacos de ouro nas chaminés ou os jogava pela janela das casas. Os presentes de Natal jogados pela janela caíam dentro de meias que estavam penduradas na lareira para secar. Daí provém a tradição de pendurar meias junto à lareira para que o Pai Natal deixe pequenos presentes.